Tipos do Calvário

Texto Básico: Êxodo 12.12,13, Marcos 14.22-24
Texto Áureo:  1 Coríntios 15.3

Calvário (em aramaico Gólgota) é o nome dado à colina que na época de Cristo ficava fora da cidade de Jerusalém, onde Jesus foi crucificado. Calvaria em latim,  Κρανιου Τοπος (Kraniou Topos) em grego e Gûlgaltâ em transliteração do aramaico. O termo significa “caveira”, referindo-se a uma colina ou platô que contém uma pilha de crânios ou a um acidente geográfico que se assemelha a um crânio.



Lugar alternativo do Monte Gólgota, a leste de Jerusalém, próximo ao Jardim do Túmulo


O Calvário é mencionado em todos os quatro evangelhos, quando relatam a crucificação de Jesus:
Evangelho de Mateus 27:33
E eles chegaram a um lugar chamado Gólgota, que significa o Lugar da Caveira.
Evangelho de Marcos 15:22
E eles levaram-no ao lugar chamado Gólgota, que é traduzido por Lugar da Caveira.
Evangelho de Lucas 23:33
Então eles chegaram ao lugar chamado de Caveira.
Evangelho de João 19:17
E carregando ele mesmo a sua cruz, saiu para o assim chamado Lugar da Caveira, que em hebraico se diz Gólgota.

O Antigo Testamento é repleto de figuras que apontam que somente através da morte Jesus poderia resgatar a humanidade.

1 – TIPOS DO CALVÁRIO COM DERRAMAMENTO DE SANGUE

Adão e Eva aprenderam que para chegarem à presença de Deus foi necessária a morte e o derramamento de sangue de um animal. Os aventais feitos por eles com folhas de figueira não eram adequados para se apresentarem diante de Deus. Eles tentaram fazer o melhor mas o Senhor mostrou a eles que o melhor do homem não é o melhor de Deus, através do sacrifício de um animal Deus fez para eles casacos de pele.

O CARNEIRO (Gn 22.13)

Deus resolveu submeter Abraão a uma prova e mandou que ele oferecesse seu filho Isaque em holocausto. A finalidade era ensinar ao seu servo Abraão lições que, de outro modo, ele não poderia receber. Além disso era para nos dar o exemplo de fé e obediência na pessoa do velho patriarca. Abraão não hesitou, obedeceu em tudo a ordem de Deus. Levou o filho ao lugar indicado, amarrou-o, pôs em ordem a lenha e tomou o cutelo para imolá-lo. Mas o anjo bradou desde os céus: "...Não estendas a tua mão sobre o moço..." (Gn 22.12a). Olhando para trás, viu Abraão um carneiro, que foi sacrificado em lugar de Isaque, do mesmo modo como Jesus foi crucificado por nós. Na apresentação de João Batista aos seus ouvintes, Jesus é chamado: "...o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo'' (Jo 1.29b).
A pergunta de Isaque: "Onde está o cordeiro para o holo¬causto?" (Gn 22.7c) foi respondida de um modo completo por João Batista:”Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo'' (Jo 1.29b,36c).

O CORDEIRO PASCOAL (Êx 12.3-14)

A palavra de Deus a Moisés trouxe esta ordem:”Este mesmo mês vos será o princípio dos meses; este vos será o primeiro dos meses..." (Êx 12.2). O calendário comum continua o seu curso. Mas quem se identifica com Deus começa uma nova contagem de tempo. Por isso Jesus disse a Nicodemos: "Necessário vos é nascer de novo" (Jo 3.7b). Nesta nova contagem de vida, cada um devia tomar um cordeiro para sua casa (v 3).
O sangue do cordeiro era posto nas umbreiras e vergas de cada casa. À meia-noite viria o castigo pela morte dos primogênitos de cada família (vv 12,13 e 29). Onde houvesse o sangue na porta, o primogênito permaneceria vivo. O sangue era sinal de obediência a Deus e de que um substituto morreu em lugar do primogênito. O sangue de Jesus é um refúgio para quem obedece ao Evangelho.
A carne do cordeiro era assada no fogo (12.8). O Salvador para realizar a sua missão teve de ser tentado, perseguido e maltratado pelos homens. Era comido o cordeiro com pães asmos (sinceridade) - (1 Co 5.8); e ervas amargas (12.8), arrependimento. Tinham de estar com os trajes completos, prontos para viajar (12.11). O crente tem de estar pronto, esperando a hora de partir para a eternidade. Isto se expressa pela palavra "Vigiai" (Mc 13.37b).
João mostra Jesus como antítipo da Páscoa, aplicando a frase: "Nenhum osso será quebrado'' (Êx 12.46b; Jo 19.36b). "...Porque Cristo, nossa páscoa..." (1 Co5.7b).

As ofertas de Levítico, Jesus como Redentor

“Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que crendo, tenhais vida em seu nome" (Jo 20.31)
Levítico é livro que trata da santificação do povo de Deus. O Êxodo lembra a conversão. Israel foi livre da escravidão do Egito, figura da escravidão do pecado, fez o Tabemáculo e estava ao pé do monte Sinai, onde Deus deu a Lei. Foi armado o Tabemáculo e a glória do Senhor o encheu, em forma de nuvem de dia e de fogo à noite (Êx 40.34,38).
Ali deu Deus as instruções sobre o cerimonial de Levítico, que representa todos os detalhes da obra de Jesus Cristo na cruz.
A tipologia de Jesus no livro de Levítico está nas cinco ofertas no Dia da Expiação e nas festas do capítulo 23. Propriamente no capítulo 23, a parte mais interessante é a oferta das primícias.
As cinco ofertas são descritas nos capítulos 1 a 7 e explicam tudo que foi realizado no Calvário. Formam um todo, mas podem ser estudadas separadamente, assim será dada maior atenção aos pormenores.

Fatos a Respeito das Cinco Ofertas
1- Foram ordenadas ainda que eram voluntárias.
2- Todas, exceto a de manjares, tinham sangue.
3- Todas, exceto a de manjares, eram expiatórias.
4- O sangue derramado era um sacrifício, a entrega de uma vida, uma substituição.

As Cinco Ofertas em Ordem
1 - O holocausto - (com sangue) 1.1-17 e 6.8-13.
2 - A oferta de manjares - (sem sangue) 2.1-16; 6.14-23.
3 - A oferta pacífica - (com sangue) 3.1-17; 7.11-34; 19.5-8; 22.21-25.
4 - A oferta pelo pecado - (com sangue) 4.1-35; 6.24-30.
5 - A oferta pela culpa - (com sangue) 5.14-19; 7.1-17. Cristo como holocausto - Pela perfeita obediência até a cruz,
Ele satisfaz a justiça. O primeiro homem desrespeitou a Deus. O segundo o glorificou. Pela obra da cruz veio mais glória para Deus do que a que Ele perdeu pela queda de Adão. Esta oferta é a que vem em primeiro lugar.
Cristo e a oferta de manjares - Nesta aparece sua perfeição. Depois de apresentar o sangue precioso que nos deu a paz, Ele alegra a Deus pelo que é em si mesmo.
Cristo e a oferta de paz - Colocando-se entre Deus e os homens, Jesus Cristo nos trouxe a paz. Esta oferta encerra o significado da reconciliação.
Cristo e a oferta pelo pecado - O Evangelho ensina que Ele se ofereceu por nossos pecados e agora pode perdoar.
Cristo e a oferta de culpa - Uma falta, um pecado é considerado por Deus como uma dívida que tem de ser paga. É também um sujo ou impureza que deve ser lavada. Com a sujeira não poderíamos ir ao Santo dos Santos. Jesus Cristo se fez pecado por nós, para nos lavar. Seu sangue "nos purifica de todo o pecado'' (1 Jo 1.7b). "Se alguém pecar, temos um advogado" (1 Jo 2.1b).
Significação das Ofertas
1  - Holocausto - consagração pessoal.
2 - Manjares - Consagração dos bens.
3 - Pacífica - Comunhão com Deus.
4 - De Pecado - Perdão.
5 - De Culpa - Restituição.

2 – TIPOS DO CALVÁRIO RELACIONADOS À ÁGUA
JONAS

Os escribas e fariseus pediram a Jesus um sinal, e Jesus respondeu que não lhes seria dado outro senão o do profeta Jonas (Mt 12.38-41).
Há quem diga que a narrativa de Jonas é lenda porque há ali dois pontos inacreditáveis. Jonas ter sido engolido, passando três dias vivo, e uma geração toda mudar de religião com a pregação de um estrangeiro.
O Espírito Santo já sabia que haveriam de negar estes dois fatos e inspirou os evangelistas a escreverem esta declaração do próprio filho de Deus.
Jesus afirmou que ".. .como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe, assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra. Os ninivitas ressurgirão no juízo com esta geração, e a condenarão, porque se arrependeram com a pregação de Jonas..."(Mt 12.40,41b).
Jonas já era profeta em Israel no tempo do rei Jeroboão U (2 Rs 14.25). Desobedeceu quando Deus o enviou a Nínive, não queria que aquele povo inimigo de Israel fosse perdoado. Foi castigado pela desobediência, mas Deus lhe deu uma segunda oportunidade. Ele foi, pregou e toda aquela geração se converteu.
1.  Jonas é tipo de Jesus, porque foi enviado a um povo condenado por Deus. Jesus foi enviado a um mundo condenado.
2. Os que se arrependeram com a pregação de Jonas foram perdoados. Os que se arrependem com a mensagem de Jesus são perdoados.
3. Jonas esteve três dias e três noites no ventre do peixe. Jesus esteve três dias e três noites na sepultura.
4. Jonas saiu vivo para continuar seu ministério. Jesus saiu ressuscitado para continuar sua obra.
Jonas também é tipo do povo de Israel, escondido entre as nações durante quase 2.000 anos, para aparecer num futuro glori¬oso. O peixe não pôde digerir Jonas. As nações não destruíram Israel.

A ARCA DE NOÉ (Gn caps. 6,7 e 8)

“Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face... Faze para ti uma arca de madeira de Gofer... e entrarás na arca tu e os teus filhos, e a tua mulher, e as mulheres de teus filhos..."(Gn 6.13a,14a,18b).
A ruína; da humanidade veio pelo pecado, mas Deus prepa¬rou um remédio. Quem entrasse na arca escaparia do castigo, quem não entrasse morreria afogado pelo dilúvio.
A arca era o único meio para escapar do castigo. Neste sentido é tipo de Jesus Cristo, único meio de salvação da perdição eterna. O amor de Deus se manifesta, dando oportunidade para o perdão. Pedro apresenta a arca como figura de salvação por Jesus "...quando a longanimidade de Deus esperava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca... Que também, como uma verdadeira figura, agora vos salva, batismo, não do despojamento da imundícia da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus, pela ressurreição de Jesus Cristo" (1 Pe 3.20a,21).
A porta é Jesus. Quem entrar por Ele estará salvo. Quem não entrar, estará perdido. Acerca de sua vinda, Jesus disse: "E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem" (Lc 17.26). Os homens vivem descuidados, buscando só as coisas materiais; virá o juízo de Deus sobre eles.

A Travessia do Mar Vermelho e do Rio Jordão ( Ex. 14.21,22 , Js. 1.11;3;4)

A travessia do Mar Vermelho nos indica o que está por trás, os inimigos e a morte (Ex. 14.9) , e a passagem pelo Rio Jordão o que vem pela frente (Js. 1.15), uma nova terra.

As águas de Mara (Êx 17.6)

Na viagem do crente para a eternidade é preciso que venham as várias provações e tentações, para fortalecimento da fé (ver Tg 1.1,2; 1 Pe 1.6,7). Enquanto estivermos nesta carne mortal, enfren¬taremos a correção de Deus.
O povo de Israel, diante da vitória de Deus sobre os inimigos, cantou louvores ao Senhor (Êx 15.1-21). Três dias depois faltou água e eles se esqueceram das obras de Deus e murmuravam contra Moisés (Ex 15.22-25). Deus mandou colocar um lenho nas águas amargas e elas ficaram doces.
Pouco adiante chegam a Refidim e novamente falta água. Imagine-se a aflição das famílias com crianças e animais, num deserto sem encontrar água. O povo contendeu com Moisés exigindo dele água e perguntando: "...Por que nos fizeste subir ao Egito?..." (Êx 17.3b). Moisés renunciou às vantagens do trono do Egito para sofrer com o povo. Foram tirados do Egito os israelitas porque clamaram ao Senhor, não suportando o cativeiro, os açoites e o trabalho. Moisés foi o instrumento de Deus, o guia, o interme¬diário nas bênçãos e instruções vindas do Senhor.
Os filhos de Israel eram tão incrédulos que murmuravam contra Deus e tão ingratos que acusavam a Moisés.
Moisés clamou a Deus. Estava identificado com a direção de cima e entregava o problema a quem podia resolver.
"Então disse o Senhor a Moisés: ...toma contigo alguns dos anciãos de Israel: e toma na tua mão a tua vara, com que feriste orio: vai. Eis que eu estarei ali diante de ti sobre a rocha, em Horebe, e tu ferirás a rocha, e dela sairão águas, e o povo beberá..." (Ex 17.5,6a).
A rocha é o tipo de Jesus Cristo, que foi ferido pelo juízo de Deus para nos dar a água da vida: "Mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede..." (Jo 4.14a). Moisés executou a ordem de Deus e água saiu da rocha ferida.”E beberam todos duma mesma bebida espiritual, porque bebiam da pedra espiritual que os seguia; e a pedra era Cristo" (1 Co 10.4).
Continuou a viagem pelo deserto. Os israelitas, depois de mais de vinte paradas, chegaram a Cades (Nm 33.15-38). No¬vamente faltou água e o povo, esquecido da providência de Deus, acusa Moisés e Arão. Estes não podem resolver por si mesmos, e se prostaram diante do Senhor, buscando a solução (Nm 20.1-6).
Outra vez é a rocha que vai dar de beber aos sedentos, mas a ordem de Deus é diferente: "...e falai à rocha... e dará a sua água..." (Nm 20.8a).
Em Horebe a pedra foi ferida para fazer o povo beber, como Jesus Cristo foi ferido por nós. Merece atenção a vara que Moisés empunhava, por ordem de Deus:”Toma a vara, e ajunta a congre¬gação tu e Aarão, teu irmão, e falai à rocha..." (Nm 20.8a). A vara era a autoridade. Com ela Moisés feriu o rio no Egito e a água se transformou em sangue. Com ela Moisés feriu a rocha em Horebe e jorrou a água. Mas a vara já tinha feito sua obra. Agora não devia ser usada.
Jesus Cristo só podia ser ferido uma vez. "Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus..." (1 Pe 3.18a).
Para receber a água da vida, a salvação perfeita, só é preciso falar ao Filho de Deus.
Moisés, aborrecido com a murmuração do povo, feriu a rocha duas vezes (Nm 20.11), quando Deus mandou falar. Em Horebe era preciso ferir, agora em Cades era só falar.
Moisés, o homem mais manso da terra (Nm 12.3), se irritou. Às vezes o homem, impetuoso, neurastênico, se acovarda diante da tentação, aqui o mais manso perdeu a calma. Ninguém pode confiar em seu temperamento.
Com este ato Moisés destruiu o tipo de Jesus, que só podia padecer uma vez. O castigo de Moisés foi a proibição de entrar na terra de Canaã (Nm 20.12 e Dt 32.51,52). "...sucedeu mal a Moisés por causa deles; Porque irritaram o seu espírito" (SI 106.32b,33a).

3 – OUTROS TIPOS DO CALVÁRIO

O sono profundo de Adão

Em Gn. 2.21 Deus fez com que Adão tivesse um sono profundo para que dele fosse formado uma companheira. No Novo Testamento o verbo dormir é também usado para indicar a morte ( Jr. 51.57, Dn. 12.2, Mt.27.52, 1 Co. 15.18, 1 Ts. 4.15).

A SERPENTE DE METAL (Nm 21.4-9)

O lugar onde estavam os israelitas no deserto, devia ser perto do golfo de Akaba, onde ainda hoje há serpentes e escorpiões, que atacam quem passa por lá. Naquele tempo, como castigo da murmuração, Deus mesmo mandou serpentes em maior quantidade. Quando murmuravam, vieram serpentes atormentar e matar muita gente.
Quando confessaram o pecado, Moisés orou por eles e Deus mandou o livramento, o remédio (vv 7-9).
Sempre que o pecador confessa o seu pecado, recebe a graça de Deus. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo, para nos perdoar..." (1 Jo 1.9a).
Quando o filho pródigo disse: "Pai, pequei contra o céu e perante ti..." (Lc 15.21a), foi recebido com festa pelo pai. O publicano da parábola não tinha relatório bom para apresentar a Deus, só disse: "...Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador" (Lc 18.13b). Voltou para casa justificado. O malfeitor, que morreu ao lado de Jesus, reconheceu que pelos seus feitos só merecia o castigo da cruz. Depois de fazer esta confissão, apelou para Jesus, dizendo: "Senhor, lembra-te de mim, quando entrares no teu reino" (Lc 23.42b). Ouviu a resposta: "...hoje estarás comigo no paraíso" (v.43b).
No momento em que o povo de Israel disse: "...Havemos pecado...contra o Senhor e contra ti..." (v 7a), veio a providência de Deus; Moisés recebeu ordem de Deus para fazer uma serpente de metal, e colocá-la numa haste. Quem olhasse para a serpente ficaria curado, seria livre do veneno fatal.
Colocada num mastro elevado, poderia ser vista de qualquer parte do acampamento. Seria livre da morte quem olhasse, em obediência ao Senhor que tinha poder para curar.
Na palestra com Nicodemos, Jesus declarou: "E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.14,15).
A humanidade foi atingida pela serpente que tentou Adão e Eva (Gn 3.1 a 15), que é o mesmo Satanás (Ap 12.9) e está condenada à morte eterna. Só olhando para Jesus pela fé recebe a vida.
Aquele que foi levantado na cruz, fazendo-se pecado por nós, é o único meio de salvação, o único caminho para o céu, o único remédio para os males do pecado e da condenação.
"Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro" (Is 45.22).
"Olhando para Jesus, autor e consumador da fé..." (Hb 12.2a).
No tempo dos reis, Ezequias, fazendo reformas religiosas e corrigindo os costumes, mandou destruir aquela serpente de metal, porque o povo estava prestando culto a ela (2 Reis 18.4). Não tinha valor espiritual, foi só sinal para uma época, um tipo do Filho de Deus crucificado.
O Véu Rasgado (Mt. 27.50,51)
O véu rasgado foi a conclusão dos tipos do Antigo Testamento. O rasgar do véu foi a porta de entrada para que hoje o Espírito Santo habitasse em nós, Jesus é o antítipo do véu. (Hb. 10.20)
A Ceia do Senhor
A Santa Ceia do Senhor é um tipo da morte do Senhor que tem se repetido constantemente. (Mt. 26.26-28)


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