Novo Cangaço e Consciência




De repente uma cidade com mais de 10 mil habitantes se vê refém de 8 homens. O comércio fecha suas portas, os cidadãos se escondem com medo de balas perdidas, as autoridades se calam diante do som dos tiros e a ansiedade paira sobre todos que acompanham o desenrolar dos fatos. Quem  me acompanha no Twitter ou no Facebook deve ter visto falar sobre o assalto realizado na cidade que moro atualmente.
Oito homens sedentos de poder, dinheiro e bens, homens que se destacam dos outros por um só detalhe: a coragem. Quantos de nós estamos sedentos de conquistas pelas quais somos capazes de passar por cima de qualquer circunstância, de qualquer sentimento, de qualquer pessoa… Chegamos ao limite do egoísmo ao desvalorizar pessoas,  esquecer nosso próximo necessitado ou simplesmente passar um dia sem amar alguém.
Espero que não seja preciso a nenhum de nós passarmos por uma nova situação como a vivida por aqui para lembramos que nosso dinheiro, poder, fama, autoridade não podem nos salvar diante de muitas situações.


"Creio que, no último dia de nossas vidas, antes de atravessarmos o rio rumo à eternidade, passaremos pelo tribunal da consciência, em que nós mesmos julgaremos a vida que tivemos. Seremos ao mesmo tempo réus e juízes. Naquele dia, deveremos estabelecer o veredicto a respeito do senti­do da vida e concluir se valeu ou não a pena viver. Naquele dia, não fará a menor diferença a casa onde moramos, o carro que dirigimos, as vezes que visitamos a Europa, os diplomas que penduramos na parede, o núme­ro de romances que tivemos ou as roupas que vestimos. Acredito que esta­remos diante de quatro perguntas, cada uma delas ligada à imagem de Deus e aos propósitos pelos quais deveríamos ter vivido. São elas:
• Onde está Deus?
• Que tipo de gente eu me tornei?
• Onde estão as pessoas que eu amo e que me amam?
• Qual foi minha contribuição para o bem da raça humana?"
Ed René Kivitz – Vivendo com Propósitos
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